quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Livros sobre elétrica

Livros Sobre Elétrica
Eletricista em São vicente, Santos e Região: Realizamos reformas elétricas, instalamos ventilador, chuveiro, tomadas e iluminação em geral. Fazemos reformas elétricas.
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eBook - Instalações Elétricas Prediais

eBook - Eletrotécnica para escolas profissionais

eBook - Circuito elétricos CC CA

eBook - Maquinas Elétricas e Transformadores

eBook - Desbravando o PIC 16F84 f

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Curso Amplificador Operacional

Untitled Document Eletricista em São vicente, Santos e Região: Realizamos reformas elétricas, instalamos ventilador, chuveiro, tomadas e
iluminação em geral. Fazemos reformas elétricas.
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Curso Amplificador Operacional


O que é um amplificador operacional

Amplificador inversor

Primeira aplicação do AO: O amplificador inversor. Resistencia de entrada, resistencia de saida e ganho realimentado

Amplificador Não inversor


Amplificador não inversor e o buffer e suas principasi caracteristicas.

Circuitos básicos exercícios resolvidos

Circuitos principais são o inversor e o não inversor

Circuitos básicos exercícios resolvidos


 Exercicio resolvido - amplificador inversor - neste circuito a realimentação é feita atraves de um divisor de tensão na saida, resultando um circuito que permite obter altos ganhos com realimentação sem usar valores elevados de resistências.

Circuitos básicos exercícios resolvidos


Continuando com os exercicios resolvidos, nesta aula será mostrada uma aplicação do AO como ohmimetro linear.

Circuitos básicos exercícios resolvidos


Exercicio resolvido, o AO esta na configuração não inversora, e o circuito é um milivoltimetro.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Eletricista em São Vicente, Santos e Região




Eletricista em São Vicente, Santos e Região


  • Reforma de Instalações Elétricas em Geral
  • Instalação de Disjuntores
  • Troca de Tensão 110 127 para 220
  • Instalação de ventilador de teto, chuveiro, torneira elétrica, luminária, etc.
  • Adequação de Carga
  • Iluminação e tomadas em Geral
Tudo com o melhor preço.

Eletricista em São Vicente e região.

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sábado, 12 de outubro de 2013

O merlhor preço da baixada


Os problemas começam a surgir quando se começa a alterar as cargas da casa a devida atenção com a instalação. Compram-se um ventilador de teto ou um ar condicionado, paga cinquenta Reais para instalar e pronto. Se a pessoa não for devidamente qualificada ou com experiência, tentará ligar o mais rápido possível pegar o dinheiro e sair fora. Sem se quer pesquisar o que está ligado no circuito, se o cabo tem a capacidade de transmissão de corrente adequada, pior se quem faz a instalação não respeita ou não conhece as normas de elétrica fica um monte de gambiarras dando problemas nas instalações, fuga de corrente encarecendo e queda de tensão são os primeiros sinais de uma instalação elétrica com defeito.  Dai quando se precisa reparar a instalação o eletricista tem que ter muito conhecimento para refazer o serviço com qualidade matar as fugas. Por isso o serviço acaba saindo mais caro.
 Experiência, Formação e ferramenta custam caro e se o profissional vacilar acaba pagando para trabalhar. Como geralmente as instalações elétricas são embutidas em alvenaria antes de dar o preço o eletricista já trabalhou, já analisou onde esta o defeito e como resolver o defeito.
Numa dessas semanas fui chamado para realizar um serviço em um apartamento de uma moça aqui no Itararé em São Vicente. A Dona me relatou estar sem energia, uma informação que não ajudou muito. Quando medi a tensão dava 90 Volts com fusível queimado no apartamento e no centro de medição, mas também dava uma tensão de 60 V. em relação ao eletrocuto que era de ferro.  Com certeza tinha uma fuga entre o centro de medição e o quadro de distribuição do apartamento.  Se eu não pensasse bem começaria a trocar as coisas e nada iria dar certo e nos fins das contas eu iria acabar ficando mais tempo em um serviço do que deveria sem poder cobrar mais do que foi combinado.
Por isso digo que tenho o melhor preço da baixada santista, comigo paga-se um vez e se tem um bom serviço.

Eletricista em São Vicente e região.

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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

NBR 5419

Em eventos recentes que participamos percebemos, pelas perguntas a nós dirigidas, que ainda há duvidas de interpretação relacionadas ao texto da versão de 2005 da ABNT NBR 5419 – Proteção de Estruturas contra Descargas Atmosféricas. Como esta versão está sendo revisada e logo teremos um texto bem mais complexo que agrupará uma série de outras normas, com consequente aumento no universo de assuntos tratados, acreditamos que toda oportunidade para o esclarecimento do texto atual será bem-vinda.
Responderemos algumas das dúvidas baseadas na interpretação do texto da norma. É importante esclarecer que não há nenhuma pretensão de fazer da minha opinião uma referência cristalizada, mas sim oferecer ao leitor mais uma oportunidade para reflexão.
Situação 1 – Tenho um equipamento, com carcaça metálica, situado no topo da edificação. Este equipamento utiliza a carcaça para aterrar placas de componentes eletrônicos de controle. Como executar a proteção? Toda vez que interligo o condutor do SPDA na carcaça e cai um raio ocorre a queima de seus componentes internos.
Item 5.1.1.4.1 (Captores naturais): “Quaisquer elementos condutores expostos, isto é, que do ponto de vista físico possam ser atingidos pelos raios, devem ser considerados como parte do SPDA” Para ser considerado SPDA ou fazer parte dele o elemento deve estar apto a receber descargas atmosféricas ou estar situado dentro do volume de proteção imposto por um subsistema de captação desenvolvido para um determinado nível de proteção, além de estar convenientemente aterrado. Sigamos para a nota 4 do item: “Elementos condutores expostos que não possam suportar o impacto direto do raio devem ser colocados dentro da zona de proteção de captores específicos, integrados ao SPDA.” – Ao compilarmos estas prescrições, a resposta à pergunta nos parece clara: construa um subsistema captor gerando um volume de proteção sobre o equipamento. O nível de proteção deverá ser escolhido na tabela B.6. Este equipamento deve estar afastado dos elementos do SPDA e os aterramentos da carcaça e dos componentes eletrônicos do seu equipamento serão realizados diretamente no BEP (barramento de equipotencialização principal), ou no BEL (barramento de equipotencialização local), aquele que estiver mais próximo, da forma mais reta e curta possível.
Situação 2 – No meu prédio há uma quadra poliesportiva totalmente fechada com tela metálica, inclusive na parte de cima, porém, por questões de conservação, a tela tem uma cobertura de plástico. Devo colocar mastros ou postes para fazer a proteção contra raios?
Item  5.1.1.4.2  (Condições que devem satisfazer os captores naturais ): “a) a espessura do elemento metálico não deve ser inferior a 0,5 mm ou, conforme indicado na Tabela 4, quando for necessário prevenir contra perfurações ou pontos quentes no volume a proteger;
(...)

c) o elemento metálico não deve ser revestido de material isolante (não se considera isolante uma camada de pintura de proteção, ou 0,5 mm de asfalto, ou 1 mm de PVC);
d) a continuidade elétrica entre as diversas partes deve ser executada de modo que assegure durabilidade;
e) os elementos não metálicos acima ou sobre o elemento metálico podem ser excluídos do volume a proteger.”

A partir das recomendações vistas, a preocupação deve estar com a condução da corrente elétrica do raio e nos efeitos causados na dispersão dessas correntes na terra. Não há necessidade de criação de elementos captores, pois a tela em si já cumpre essa função.
Situação 3 – Um prédio de 20 andares, construído em concreto armado há mais de vinte anos, tem em seu entorno três outros prédios de altura inferior. As paredes estão praticamente encostadas inviabilizando a construção das descidas. O que fazer?
Item 5.1.2.5.5: Para as edificações de concreto armado existentes poderá ser implantado um SPDA com descidas externas ou, opcionalmente, poderão ser utilizadas como descidas as armaduras do concreto. Neste último caso devem ser realizados testes de continuidade, os quais devem resultar em resistências medidas inferiores a 1 ?. As medições deverão ser realizadas entre o topo e base de alguns pilares e também entre as armaduras de pilares diferentes para averiguar a continuidade por meio de vigas e lajes. As medições poderão ser realizadas conforme o anexo E.”
Situação 4 – O laudo do SPDA da minha empresa deve ser renovado todo o ano para atender à NR 10?
Vejamos o item 6.3.2 (Periodicidade das inspeções): “Inspeções completas conforme 6.1 devem ser efetuadas periodicamente em intervalos de:
a) 5 anos para estruturas destinadas a fins residenciais, comerciais, administrativos, agrícolas ou industriais, excetuando-se áreas classificadas com risco de incêndio ou explosão;
b) 3 anos para estruturas destinadas a grandes concentrações públicas (por exemplo: hospitais, escolas,
teatros, cinemas, estádios de esporte, centros comerciais e pavilhões), indústrias contendo áreas com risco de explosão, conforme a ABNT NBR 9518, e depósitos de material inflamável;
c) 1 ano para estruturas contendo munição ou explosivos ou em locais expostos à corrosão atmosférica severa (regiões litorâneas, ambientes industriais com atmosfera agressiva etc.)”
Tracemos o seguinte paralelo: estamos com algum tipo de dor e o médico nos receita um analgésico que é vendido em embalagem com quatro comprimidos.  Se apenas dois comprimidos forem suficientes, poderemos guardar os outros dois para nova eventualidade enquanto eles estiverem dentro do prazo de validade. O laudo do SPDA utiliza o mesmo conceito. Dependendo da alínea a que se enquadra sua empresa (a, b ou c), o laudo é um “remédio” válido para compor o prontuário das instalações elétricas por um, três ou cinco anos consecutivamente.
Em outra oportunidade, voltaremos a tratar de mais dúvidas relacionadas a aspectos de interpretação da ABNT NBR 5419:2005.
 fonte:http://www.osetoreletrico.com.br

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

CPFL - CANCELAMENTO DE MULTA POR IRREGULARIDADE

Trata-se de residência atendida pela CPFL PIRATININGA acusada de irregularidade no medidor de energia elétrica. Houve a cobrança de diferença de consumo. Foi apresentado defesa baseada na carência de prova sobre a irregularidade que foi desprezada pela concessionária, ouvidoria, e a ARSESP. Após abertura de processo administrativo na ARSESP restou mantida a existência da irregularidade, mas retificado o valor. Recorrida à ANEEL restou entendido em última instância, o CANCELAMENTO pela carência de prova, malgrado pelo erro substancial.
  

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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Seu pedreiro é capacitado para realizar sua instalação elétrica?

Cuidado com o projeto de sua reforma
Está semana foi chamado para orçar um serviço. Fui ao local onde o serviço seria executado. Era uma obra de divisão e extensão de cômodos, o famoso puxadinho.
Dai já há um problema a se resolver, pois a ideia era ransformar uma casa em duas compartilhando o mesmo relógio medidor. Quando eu cheguei à obra, está já estava em faze de acabamento. Mais um problema. O Proprietário me chamou apenas para ligar os cabos que já tinham sido passados pelo pedreiro. Um novo problema.
Quando falamos em elétrica residencial existe uma norma que regula como deve ser feita o projeto de instalação. A NBR 5410 diz a quantidade mínima de tomadas, e até onde estas tomadas devem ser estaladas, assim como ponto de luz. Esta norma também difere os tipos de tomadas.
TUG (Tomada de uso geral) são tomadas para se ligar equipamentos até 20A como televisão.
TUE (tomada de uso especifico) o exemplo mais e desrespeitado: o chuveiro elétrico..
Depois de passar os olhos na obra a primeira coisa que eu disse ao proprietário foi: O cabo do chuveiro esta errado. Uma conclusão simples para mim que felizmente estudei e gosto de trabalhar com instalação. Existe uma tal de lei de  ohms que é a base da elétrica todos que trabalham com eletricidade tem por obrigação de ter isso em mente. Esta lei diz que:  V=R.I ( tensão é do produto da multiplicação da corrente pela resistência. E que I=p/v (P= Potencia a mais conhecida é a watts ). O chuveiro mais comum e simples consome 5500W a tensão na casa é 220V então: 5500/220 = 25A (corrente elétrica)
Nas condições que o cabo estava instalado, embutido em alvenaria ,a seção mínima ou bitola deveria ser 4mm² (segundo tabela de condução de corrente B1) e o que tínhamos no chuveiro um fio 2,5mm² ,que nestas condições suportariam apenas 24A.
A ligação do chuveiro é um circuito TUE. Isto significa que de ser circuito direto do quadro de distribuição até o local onde será ligado o chuveiro ou o equipamento. Simplesmente o pedreiro ligou tudo quarto, sala, cozinha, banheiro. Tomada, iluminação e chuveiro num cabo 2,5mm e esse cabo seria alimentado pelo circuito de tomas TUG da cozinha da outra casa.  Verificando o quadro de distribuição da casa que forneceria a alimentação e o medidor vi que os disjuntores eram de tecnologia ultrapassada e tão velha que nem teriam condições de proteger os circuitos elétricos nos casos de curto-circuito e sobre corrente.
Em suma, uma lambança. Expus alguns erros no projeto elétrico do pedreiro e suas consequências como: aumento no consumo de energia, fatais queda de tensão que poderiam queimar os eletroeletrônicos.
O dono da casa ouviu o meu conselho e decidiu estudar uma forma de aumentar o orçamento da obra para fazer a instalação correta e segura.

Uma instalação elétrica deve ser projetada por profissional eletricista junto com o proprietário assim pode se ter a garantia da segurança de seus bens e da qualidade da energia consumida.

Existem pessoas que ainda pensão que se gasta dinheiro com reforma elétrica ou projetando uma instalação correta. Isto é um pensamento errôneo, pois você na realidade investe porque você paga o justo, compra o material certo, protege seus bens e paga um apenas a energia que consome.  

Eletricista em São Vicente e Santos:

Reforma e instalações elétricas em geral

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sábado, 22 de junho de 2013

Instalações elétricas mal feitas encarecem a conta de luz de 1,5% a 2,5%

Instalações elétricas mal conservadas causam desperdício de energia e deixam a conta de luz mais cara no final do mês. A conclusão é do estudo "Análise de Perdas em Instalações Elétricas Residenciais", realizado como tese de mestrado na Universidade de São Paulo pelo engenheiro eletricista Ricardo Santos D´Ávila.           
O estudo comprova que problemas nas instalações elétricas geram perda de energia de 1,5% a 2,5%. "Essa energia passa pelo medidor, só que não é transformada em trabalho útil, pois é gasta com aquecimento de condutores em instalações residenciais", explica o profissional. 

 Para um consumo de 202 KWh por mês que equivale a R$ 75,92, o desperdício, em um ano, é de 24 KWh ou, em reais, R$ 9,01. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, onde 80% das residências com mais de 20 anos estão com as instalações elétricas precárias, a soma chega em média a R$ 1,7 milhão por ano, considerando-se que a cidade tem mais de 16 mil edifícios antigos. 
       
 "A revisão das instalações elétricas deve ser feita por profissionais qualificados. Mexer nas instalações elétricas pode causar choques sérios, com risco de morte. O morador deve ficar atento a fios descascados e desencapados, tomadas penduradas, quadros de luz sem tampa e fiação exposta. Outros sinais claros de problemas são o apagar de uma luz quando se acende a outra, ou a luz não acender quando o interruptor é acionado", diz D´Ávilla. 


            Como detectar problemas nas instalações elétricas:

  Choques no chuveiro, disjuntor desarmando, oscilações na luz, equipamentos demais, tomadas de menos... Essas cenas são muito comuns em grande parte das residências e sinalizam um grave problema: instalações elétricas obsoletas ou mal dimensionadas.

           Esse mal acarreta resultados graves para a população e para o patrimônio, como falta de segurança, risco de acidentes e desperdício de energia. Para evitar tudo isso, é necessário realizar verificações periódicas nas instalações elétricas, e reformas e adequações sempre que necessárias. Para saber quando está na hora de fazer a avaliação, confira abaixo as orientações de Edson Martinho, engenheiro eletricista e consultor do Programa Casa Segura: 

  •   Se a sua casa, apartamento ou condomínio tem mais de 10 anos e jamais passou por uma reforma no sistema elétrico, certamente está na hora de realizar uma verificação completa, com um profissional habilitado. Isso deve se repetir a cada 5 anos, mais ou menos.
  •  Fios e cabos com sinal de aquecimento mostram a necessidade de um check-up, pois indicam que há uma sobrecarga e que a instalação deve estar inadequada para as atuais necessidades de consumo.
  •  As instalações elétricas devem ter o fio terra instalado em todas as tomadas para proteger as pessoas contra o choque elétrico. Por este motivo todas as tomadas devem ser aquelas com o modelo de 3 pólos. Se sua instalação não possui esta configuração, programe uma reforma. 
  • Os quadros de forças não podem ser feitos em madeira ou qualquer outro material combustível. Se isso ocorre, eles devem ser trocados. Assim como as demais partes da instalação. 
  • Fusíveis tipo rolha ou cartucho são inadequados e devem ser substituídos. 
  • Caixas de passagem abertas, fios desencapados e emendas mal feitas são sinais de perigo e devem ser corrigidos imediatamente. 
 fonte http://www.bonde.com.br


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domingo, 9 de junho de 2013

Instalação Elétrica de qualidade é sinônimo de economia



Infelizmente quando se procura reformar uma casa ou mesmo construir uma. Faz-se um pacote com um pedreiro. Estrutura, alvenaria, acabamento, hidráulica e ELÉTRICA.  






Ai está o erro. Este profissional tem toda essa qualidade e qualificações?

Bom se tiver é realmente fazer prova e pratica: Ótimo. – meu sonho era aprender rebocar, mas...
 






Vou cuidar da minha área. 
Se profissional não tiver na mente no mínimo essas contas  – imagem 2. – e não tiver feito um curso para aprender o que é resistência, corrente e tensão elétrica e que emenda não é nó. Um...... O proprietário está perdido. Meu querido, minha querida a luz pode até acender e o chuveiro esquentar, mas o quando você estará pagando para que usar essa energia? Se quem você contratou tiver o devido o conhecimento creio que você estará pagando o justo. Mas se você fez um desses contratos que o pedreiro faz tudo sem se quer ter prova de seu conhecimento com certeza esta pagando por mau contato e joule e fuga de corrente.




O correto é antes de se levantar as paredes o dono da obra contrate um eletricista, pois existe um limite mínimo para tomada e iluminação para cada cômodo da sua casa. E se você tiver necessidade de ter mais tomada todo o circuito será calculado para que você não gaste mais com cabo e nem faça economia à base da porcaria.
O pensamento mesquinho de quanto mais tomada mais eu gastarei de energia porque ligarei mais eletrônicos. Que nada quando não se respeita a norma ou não se projeta o ambiente direito começa a aparecer Benjamim e tomada derretida por ter sido mal projetada (ou nem projetado).




Um bom exemplo é a tomada do chuveiro. Caros amigos a NBR 5410, Norma que trata das instalações elétricas em baixa tensão, é clara em dizer que não e pode por tomada em chuveiro. Vamos lá, geralmente se projeta o chuveiro para um chuveiro popular de 5500 W se a tensão é 220V você terá uma corrente de 25. No Brasil as tomadas normais que se encontra por ai é 10A e 20A e agora? Os outros 5. Se for em 110 V difásico ou 127 V monofásico ai fica pior. Só no 127 V você terá uma corrente de 43,1A. Aí só se você comprar uma tomada industrial, mesmo assim não pode!




Seja prudente. Cuide do que é seu, contrate um profissional qualificado que possa te auxiliar numa busca por uma maior qualidade de energia.


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Reforma e instalações elétricas em geral



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